Gênero: Animação, Infantil Sub-Gênero: Entretenimento, Educativo Diretor: Phil Kimmelman Ano: 1995 País: Alemanha Sinopse:
Os oceanos: O maior ecosistema da Terra. Fonte de toda a vida. Albert
acha uma rede de pesca enquanto navega pelo mar, curioso, ele tenta
descobrir de onde ela vem e fica impressionado com as diferentes
maneiras usadas na pesca. Redes, sonares e navios. Pelo caminho, Albert
nota que além da pesca, os oceanos enfrentam outros problemas como
grande quantidade de produtos químicos e poluentes.
Natureza Sabe Tudo é uma série de desenhos animados para crianças que
diverte e educa ao mesmo tempo. Cada episódio é apresentado por Albert, o
Einstein da natureza. Albert é amigável, muito bem informado e
divertido. Ele voa, nada, encolhe e se estica para explorar e explicar
tudo. O espectador, entretido e guiado por Albert, aprende sobre temas
universais do meio ambiente e entende porque é necessário conservá-lo.
Os
temas de cada episódio foram extensamente pesquisados e os autores
buscaram retratar os principais problemas ecológicos de hoje e a busca
de um caminho viável para solucioná-los.
O resultado é uma série
de desenhos que lida com questões ambientais e de desenvolvimento
sustentável de uma forma autêntica, informativa e divertida.
Por onde passa, o ser humano deixa marcas. Uma delas é o lixo que se
avoluma na natureza a cada dia. Milhões de toneladas de resíduos são produzidos todos os dias, mais do que o planeta pode suportar.
A
equipe do Caminhos acompanhou o dia a dia de brasileiros que vivem e
trabalham entre montanhas de resíduos. Mais de um milhão de pessoas
estão nessa situação. E, pior, ainda não sabem o que vão fazer depois
que entrar em vigor a lei, que determina o fechamento dos lixões até
2014, por determinação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
O
programa apresenta também experiências de pessoas e cidades que
souberam usar o lixo para criar novos produtos e gerar empregos para os
catadores. O que fazer com o lixo produzido em casa? Será que o
brasileiro está dando o destino certo a esses resíduos?
Por onde passa, o ser humano deixa marcas. Uma delas é o lixo que se
avoluma na natureza a cada dia. Milhões de toneladas de resíduos são produzidos todos os dias, mais do que o planeta pode suportar.
A
equipe do Caminhos acompanhou o dia a dia de brasileiros que vivem e
trabalham entre montanhas de resíduos. Mais de um milhão de pessoas
estão nessa situação. E, pior, ainda não sabem o que vão fazer depois
que entrar em vigor a lei, que determina o fechamento dos lixões até
2014, por determinação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
O
programa apresenta também experiências de pessoas e cidades que
souberam usar o lixo para criar novos produtos e gerar empregos para os
catadores. O que fazer com o lixo produzido em casa? Será que o
brasileiro está dando o destino certo a esses resíduos?
Por onde passa, o ser humano deixa marcas. Uma delas é o lixo que se
avoluma na natureza a cada dia. Milhões de toneladas de resíduos são produzidos todos os dias, mais do que o planeta pode suportar.
A
equipe do Caminhos acompanhou o dia a dia de brasileiros que vivem e
trabalham entre montanhas de resíduos. Mais de um milhão de pessoas
estão nessa situação. E, pior, ainda não sabem o que vão fazer depois
que entrar em vigor a lei, que determina o fechamento dos lixões até
2014, por determinação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
O
programa apresenta também experiências de pessoas e cidades que
souberam usar o lixo para criar novos produtos e gerar empregos para os
catadores. O que fazer com o lixo produzido em casa? Será que o
brasileiro está dando o destino certo a esses resíduos?
O filme investiga a lenda e os fatos por trás de Serra Pelada, local no
sul do Pará que ficou conhecido como o maior garimpo a céu aberto do
planeta. Na década de 1980, cerca de 100 mil pessoas se deslocaram até a
região, extraindo 30 toneladas de ouro e marcando para sempre a
geografia local.
Caatinga (do tupi: caa (mata) + tinga (branca) = mata branca) é o único
bioma exclusivamente brasileiro, o que significa que grande parte do seu
patrimônio biológico não pode ser encontrado em nenhum outro lugar do
planeta. Este nome decorre da paisagem esbranquiçada apresentada pela
vegetação durante o período seco: a maioria das plantas perde as folhas e
os troncos tornam-se esbranquiçados e secos. A caatinga ocupa uma área
de cerca de 800.000km², cerca de 10% do território nacional, englobando
de forma contínua parte dos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio
Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia (região
Nordeste do Brasil) e parte do norte de Minas Gerais (região Sudeste do
Brasil).
Ocupando cerca de 800.000km² (aproximadamente 10% do
território nacional), é o mais fragilizado dos biomas brasileiros. O uso
insustentável de seus solos e recursos naturais ao longo de centenas de
anos de ocupação, associado à imagem de local pobre e seco, fazem com
que a caatinga esteja bastante degradada. Entretanto, pesquisas recentes
vem revelando a riqueza particular do bioma em termos de biodiversidade
e fenômenos característicos.
Paisagem de caatinga Do ponto
de vista da vegetação, a região da caatinga é classificada como savana
estépica. Entretanto, a paisagem é bastante diversa, com regiões
distintas, cujas diferenças se devem à pluviometria, fertilidade e tipo
de solos e relevo. Uma primeira divisão que pode ser feita é entre o
agreste e o sertão. O agreste é uma faixa de transição entre o interior
seco e a Mata Atlântica, característica da Zona da Mata[1]. Já o sertão
apresenta vegetação mais rústica. Estas regiões são usualmente
conhecidas como Seridó, Curimataúcu, Caatinga e Carrasco.
Segundo
esta distinção, a caatinga seridó é uma transição entre campo e a
caatinga arbórea - Mais informações em destinoserido.blogspot.com.
Cariri é o nome da caatinga com vegetação menos rústica. Já o Carrasco
corresponde a savana muito densa, seca, que ocorre no topo de chapadas,
caracterizada pelo predomínio de plantas caducifólias lenhosas,
arbustivas, muito ramificadas e densamente emaranhadas por trepadeiras.
Ocorre sobretudo na Bacia do Meio Norte e Chapada do Araripe.
Nas serras, que apresentam mais umidade, surgem os brejos de altitude.